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Três recomeços de um novo projeto de vida profissional

18 de maio de 2021 -
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E já pensou em iniciar uma nova etapa da sua vida profissional depois dos 50?

Salete Gazinski Orben completou o curso de psicologia aos 56 anos

Qual a idade ideal para realizar o sonho de fazer um curso superior? Aos 21? Aos 25? Depois dos 30, 35? E já pensou em iniciar um novo projeto de vida profissional depois dos 50? Pois bem, a agora psicóloga, Salete Gazinski Orben, resolveu ingressar na vida acadêmica aos 51 anos de idade, e se diz realizada e feliz com a decisão que tomou.

Ela relata que sempre gostou muito de estudar, mas os pais não deixaram completar a escola. Ela casou-se muito cedo, aos 17 anos e depois de casada foi criar os filhos e só aí completou o Ensino Médio. “Eu só tinha a quarta série. Quando meus filhos tinham 9 e 12 anos, iniciei um supletivo, para depois completar o segundo grau”, relata a senhora, hoje com 57 anos.

A moradora de Braço do Norte diz que sempre sonhou em fazer um curso superior, mas não recebia apoio do marido. “Vivíamos bem e não queria criar um conflito. Mas a vontade estava comigo”, confessa Salete.

Depois que os filhos cresceram, o marido adoeceu. Ela cuidou dele durante cinco anos, incluindo cinco meses em hospitais. Mas infelizmente um câncer acabou abreviando a vida do companheiro. Quando surgiu um convite por intermédio de uma amiga. “Fui acompanhar uma amiga no Unibave e voltei matriculada”, conta.

Hoje, formada, ela trabalha em seu consultório próprio, em Braço do Norte. “Sempre gostei de lidar com pessoas. Eu até tive medo de começar, pois estava a tanto tempo sem estudar. Mas hoje me sinto muito feliz e realizada”, revela.

O engenheiro que resolveu fazer direito

O engenheiro mecânico, Axel Dihlmann, que foi vacinado contra a covid-19 na semana passada, é doutor em Ciências Térmicas e se aposentou em 2019. Segundo ele, a necessidades de lidar com a parte de contratos e licitações no meu trabalho, o obrigou a voltar a estudar. “Eu precisei fazer compras grandes, para montar um laboratório de pesquisas na UFSC, com dinheiro público. Me envolvi bastante com os procedimentos. Comecei a gostar muito do Direito”, explica o estudante da sétima fase.

Segundo ele, o direto ensinou a lidar com situações totalmente diferentes da engenharia. “Na engenharia quase tudo pode ser previsto com bastante precisão”, afirma. “No Direito, o desafio é muito maior. Está presente o fator humano. A interpretação das leis é altamente volátil, se comparada à matemática”, aponta.

Conforme Axiel, é muito diferente das ciências exatas. “É como se houvesse uma surpresa escondida em cada situação, que precisa ser estudada e ‘encaixada’ na realidade jurídica. Enfim, é apaixonante”, descreve o jovem aposentado.

A solução para uma depressão

Já Rita Maria da Silva Cimardi, resolveu se reinventar. Moradora de Braço do Norte, ela se formou em pedagogia em 1982, e foi professora durante 28 anos. Perdeu o marido em 2013, vítima de complicações de uma doença pulmonar e onde ficou abalada emocionalmente. “Sofri uma depressão profunda. Era um pássaro com uma asa amputada”, descreve.
A solução? Aos 67 anos de idade, Rita decidiu voltar para bancos universitários. “Foi um desafio. No início foi impactante quando me deparei com uma sala com 42 pessoas. Alunas mais jovens cheia de energia. E foi a energia de uma nova vida”, admite.

Maravilhada com o novo, Rita diz que reaprendeu a ver a vida. Vinda da uma outra realidade, depois de ter estudado em colégio de freiras, ela diz que se deparou com uma outra cultura. “Me sentia a idosa no meio dos jovens. Achava difícil de fazer o trabalho em grupo. Mas com o passar do tempo fui me adaptando e me encorajando. Depois me senti um novo ser”, ressalta a senhora que tem 74 anos. “Fui resinificando meus princípios e passei a não julgar. A graduação me deu um novo olhar”, ressalta, a agora também psicóloga, que se formou no início de 2020.

“Se eu pudesse, faria outra faculdade, foi um sonho. Eu já havia passado por um momento assim. Mas agora com outro olhar das coisas”, expõe relembrando acolhida que recebeu da instituição e dos colegas. Ela confessa que a pandemia de Covid-19 atrapalhou o trabalho de atendimento. “Tenho muito a oferecer ao mundo”, diz.

Inscrições abertas

O Centro Universitário Barriga Verde (Unibave) está com inscrições abertas para o 2021/2, até o dia 30 de junho, pelo site da instituição. Quem tem mais de 50 anos recebe um desconto de 20% nas mensalidades do curso inteiro. Assim como as três pessoas que resolveram mudar seus caminhos, você pode começar uma nova história com um curso de superior no Unibave.



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