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Psicólogo faz relato sobre programa de acolhimento familiar realizado em Içara

29 de agosto de 2018 - ,

Na noite da última terça-feira, 28, membros do curso de Psicologia do Unibave receberam a visita do psicólogo Luís Claiton Medeiros Ehlers. Na oportunidade, acadêmicos da oitava e décima fase, juntamente com alguns docentes, reuniram-se no Centro de Vivências da instituição para ouvir o relato sobre o trabalho que o profissional desempenha no município de Içara, com o Programa Família Acolhedora.

O encontro foi intitulado ‘Família acolhedora: a realidade do serviço de alta complexidade do Sistema Único de Assistência Social – SUAS’. Luís Claiton atua como psicólogo na Secretaria Municipal de Assistência Social da Prefeitura Municipal de Içara/SC, sendo coordenador do Serviço de Acolhimento em Família Acolhedora.

O programa prevê o cadastro e capacitação de famílias da comunidade para receberem em suas casas, por um período determinado, crianças, adolescentes ou grupos de irmãos em situação de risco pessoal e social, dando-lhes todo o suporte para restabelecimento da convivência familiar. O psicólogo relatou o dia a dia na execução do programa, e a efetividade do mesmo no município de Içara, comprovando o funcionamento dessa política pública para o contexto social.

“Todos os relatos trazidos pelo Luís Claiton nos inspiram à prática pela Psicologia Social e demonstram que é possível termos eficácia no trabalho desenvolvido no âmbito público. Para isso é preciso paixão, dedicação e muito comprometimento com o sujeito, que está inserido em diversos contextos e muitas vezes fica à mercê de julgamentos e estereótipos constituídos cultural e socialmente pelas pessoas”, enfatizou a coordenadora do curso, Vandreça Vigarani.

Saiba mais:

O acolhimento familiar está previsto na legislação que vigora acerca da adoção, Lei 12.010/2009, que prevê em seu Artigo 101, § 1º: O acolhimento institucional e o acolhimento familiar são medidas provisórias e excepcionais, utilizáveis como forma de transição para reintegração familiar ou, não sendo esta possível, para colocação em família substituta, não implicando privação de liberdade.