Música e dança marcam o Festival da Primavera no Museu ao Ar Livre, em Orleans
26 de setembro de 2026 - Museu ao Ar Livre Pedagogia
Mais de 120 pessoas participaram do Festival da Primavera no Museu ao Ar Livre Princesa Isabel, neste sábado (26), em Orleans. Com música, dança e atividades para as famílias, o evento integrou a 20ª Primavera dos Museus. A iniciativa também levou visitas guiadas a estudantes e mudas de pau-brasil às escolas, resultado de uma parceria entre o Museu e o laboratório de sementes do Centro Universitário Barriga Verde (Unibave).
Com entrada gratuita e transporte disponibilizado à comunidade por meio Secretaria de Cultura e Turismo de Orleans, o Festival contou com apresentações da Escola Aberta na Comunidade e da Banda Estrela do Oriente. As famílias também aproveitaram a tarde para fazer piqueniques e participar de atividades conduzidas por acadêmicas do curso de Pedagogia do Unibave.
Para a diretora do Museu ao Ar Livre, Valdirene Dorigon, o festival ofereceu às famílias uma tarde de cultura, convivência e atividades educativas. “Ver as meninas dançando foi encantador”, afirma. Segundo ela, a apresentação da banda, com músicas antigas e atuais, também animou o público.
A 20ª Primavera dos Museus é uma iniciativa nacional promovida pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram). O tema desta edição é “Museus para todas as pessoas”.
Visitas guiadas e distribuição de mudas de pau-brasil
Como parte das atividades da Primavera dos Museus, o Museu realizou visitas guiadas para estudantes. As escolas que visitaram o espaço nesta semana e na anterior receberam mudas de pau-brasil para plantar.
Colaboradores do Museu colheram cerca de 300 sementes de uma árvore da instituição e as encaminharam ao laboratório do Unibave. Elas deram origem a aproximadamente 60 mudas, das quais cerca de 30 alcançaram condições para distribuição às escolas.
O trabalho de pesquisa e produção das mudas foi realizado pelo coordenador do curso de Agronomia do Unibave, professor Paulo Eduardo Rocha Eberhardt. Segundo ele, a iniciativa começou em março, de forma voluntária e sem financiamento. “Foi um trabalho gratificante, afinal é uma vida que está sendo gerada”, declara.
O professor informa que um relato sobre a experiência será publicado no Seminário de Ensino, Pesquisa e Extensão do Unibave (Senpex). Ele explica que a produção de mudas de pau-brasil enfrenta dificuldades devido à baixa taxa de germinação das sementes, em torno de 20%. Como comparação, cita as sementes de feijão, cuja taxa chega a 80%.
Segundo Valdirene, escolas interessadas em participar da ação ainda podem entrar em contato com o Museu pelo WhatsApp (48) 99904-2739.





















