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Fórum de Políticas Públicas para Saúde da Mulher e do Homem debate o papel da equipe multidisciplinar no combate às doenças infectocontagiosas

01 de novembro de 2023 -
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Uma roda de conversa foi organizada no Centro de Vivências no segundo dia (31/10) da 14ª edição do Seminário de Ensino, Pesquisa e Extensão (Senpex) envolvendo os cursos da área da saúde. O 2º Fórum de Políticas Públicas para Saúde da Mulher e do Homem, teve como tema “o papel da equipe multidisciplinar no contexto das doenças infectocontagiosas”, foi organizado pelos cursos de Psicologia, Enfermagem, Farmácia e o curso de bacharel em Educação Física do Centro Universitário Barriga Verde (Unibave).

Foram convidados para participar da roda de conversa o enfermeiro que atua no setor de Controle Avaliação e Auditoria (ECAA) da Gerência Regional de Saúde de Criciúma (20º GERSA), Diego Floriano de Souza; o psicólogo, servidor efetivo da Prefeitura de Içara desde 2016, atuando em Equipe Especializada Multiprofissional no Ambulatório de Saúde Mental do Sistema Único de Saúde, Júlio Cesar Silvano Bittencourt e a farmacêutica e bioquímica do Laboratório Central de Saúde Pública pela SES/SC, Farmacêutica na Secretaria Municipal de Criciúma, Maria Helena Peruch. Além dos acadêmicos, profissionais que atuam nas secretarias de saúde dos municípios e Rede Feminina de Combate ao Câncer, também foram convidados a assistir a roda de conversa.

O objetivo do evento foi debater o cenário atual dessas doenças e seus impactos na sociedade, e como os profissionais de saúde estão inseridos nesse contexto. Sabendo do amplo espectro de doenças infectocontagiosas, optou-se pela ênfase especialmente nas doenças sexualmente transmissíveis.

A ideia para a temática, segundo a coordenadora de psicologia, Vandreça Vigarani Durigon, surgiu a partir de diálogo com alguns profissionais de Secretarias de Saúde da região, que têm percebido o aumento significativo de casos. “Entendemos a importância de a Universidade oferecer um espaço de diálogo, escuta, conhecimento e informação a respeito do tema. E para isso, contou-se com a valorosa contribuição de profissionais que trabalham de alguma forma com a temática proposta”, justificou a professora.

Os profissionais falaram sobre o diagnóstico e testagens; a orientação às pessoas diagnosticadas e sua rede de apoio; políticas públicas disponíveis para prevenção e tratamento; os protocolos de atendimento e encaminhamentos; sigilo e ética no atendimento; acolhimento das pessoas com diagnóstico; vínculo com os pacientes e adesão ao tratamento.

Os profissionais trouxeram contribuições quanto ao aumento no número de diagnósticos e quão desafiador tem sido a adesão e continuidade aos tratamentos, os quais estão disponíveis na rede de saúde pública. “De acordo com os profissionais, o que parece é que as pessoas não têm mais medo dessas doenças, e que por existirem tratamentos mais avançados e eficazes, acabam minimizando a gravidade desse tipo de doença”, relatou Vandreça.