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Formação de docentes em Paulo Lopes estimula o desenvolvimento de escolas criativas

26 de junho de 2018 - ,

Por meio do Programa de Formação-Ação em Escolas Criativas, o Núcleo de Inovação Pedagógica – NIP do Centro Universitário Barriga Verde – Unibave vem realizando em Paulo Lopes uma série de atividades formativas voltadas para o desenvolvimento de escolas mais criativas e de uma cidade mais sustentável. As ações foram apresentadas pela secretária de educação do município, Vanessa Pereira, no Congresso Internacional sobre Práticas de Aprendizagens Integradoras e Inovadoras – PAII, realizado de 20 a 22 de junho, pela Universidade Federal de Alagoas – UFAL, em Maceió.

Durante a formação docente, as escolas são estimuladas a considerar demandas da realidade atual e global no planejamento dos projetos didáticos para o ano letivo. Ao trabalhar com os conteúdos curriculares, os estudantes são estimulados a apropriar os conteúdos enquanto também se mobilizam para encontrar soluções e intervir na realidade local, visando sua melhora.

Para a profissional do Unibave, professora Marlene Zwierewicz, que coordena o programa no município, “o que se percebe no decorrer do processo é a ampliação do protagonismo dos docentes e dos estudantes, do sentido de pertencimento, do trabalho mais colaborativo, da aproximação da escola e da comunidade e um reencantamento pela educação. Além disso, outros resultados têm ultrapassado os muros da escola, estimulando a dinamização de iniciativas voltadas para a melhora da qualidade de vida dos moradores de Paulo Lopes”, afirma Marlene.

Uma dessas iniciativas consiste no envolvimento de todas as escolas na melhora da coleta e destino adequado dos resíduos. Para tanto, além das iniciativas que vêm sendo realizadas nas próprias escolas, existe uma interação entre elas e delas com a população em geral, por meio da participação dos estudantes na elaboração de materiais para estimular o envolvimento de todo o município na proposta.

Também tem sido ampliados os espaços para que os estudantes possam aprender, articulando teoria e prática. Um exemplo são as hortas escolares, locais de cultivo orgânico explorados para aprender medidas, sistema monetário, organizar produções textuais e outros conteúdos previstos no currículo da escola. Segundo Marlene, os estudantes estão mais entusiasmados, pois percebem que os conteúdos são importantes para trabalhar com questões que fazem parte do cotidiano de suas famílias.