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Em alusão ao Dia do Professor, docente do Unibave fala sobre a profissão

11 de outubro de 2018

O Dia do Professor é comemorado neste dia 15 de outubro em todo país. Uma data especial para esses profissionais que repassam seus conhecimentos e ensinam pessoas de todas as idades, crianças, jovens, adultos e idosos. O professor João Fabricio Somariva faz parte deste grupo que tem muito o que comemorar na próxima segunda-feira, afinal todas as outras especialidades ou habilidades técnicas só existem porque há um professor.

Formado em 2002 no curso de Educação Física, João é professor há 18 anos. O que o motivou, inicialmente, a seguir essa carreira foi o gosto pelo esporte. Depois ele percebeu que a profissão professor era muito mais ampla e abrangia muito mais que o ato de ensinar. “Eu percebi que não era só o gosto por esporte, o ser professor tinha a ver com a minha concepção de sociedade, de mundo e de vida”, conta.

Para João Fabricio essa profissão não é uma vocação ou um dom, mas sim uma construção feita dia após dia. “A gente se faz professor, a gente se constrói professor, a cada dia que você está em uma sala de aula você vai se construindo professor”, frisou. Para João Fabrício a experiência fez com que as dificuldades enfrentadas nessa carreira não fossem mais vistas como um problema, mas como um processo.

A experiência do dia a dia na sala de aula não falta para João Fabricio. Ele é professor universitário há 10 anos no Centro Universitário Barriga Verde – Unibave, e também professor da rede pública estadual de ensino no município de Cocal do Sul.  O profissional encontra desafios em ambas as modalidades, na escola pública as condições materiais de trabalho muitas vezes são limitadoras. Já no ensino superior, conforme conta, é necessário estar em constante atividade de estudo para poder acompanhar as gerações que passam pela Universidade.

O percurso ao longo desses anos de profissão também se tornou um aprendizado para o professor, ele não vê esse caminho com grandes mudanças, mas com ensinamentos significativos. “Não houve grandes mudanças estruturais porque as formas de ensinar vão se reinventando, o clássico vai se remoldando. O que mudou foi a minha forma de atuar, o tempo permitiu que aquilo que eu acreditava que era difícil, na verdade, era mais inexperiência do que propriamente uma dificuldade que eu achava que era minha”, ressaltou.

O que motiva professor João a estar em uma sala de aula é a concepção de sociedade, aquilo que ele acredita sobre o ensinar e todo o processo que envolve essa ação. “O ensinar é uma parte daquilo que é a minha função, além dele eu estou mostrando uma concepção de educação, de sociedade, de pessoa, que está tudo envolvido. O professor não consegue dissociar o que ele é enquanto pessoa do profissional, é quase impossível, e é nisso que eu acredito”, finaliza o professor João Fabrício.