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Educação garante maior estabilidade no emprego e maiores salários

12 de abril de 2021 -
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Educação e emprego

Foto do banco de imagem da instituição, feita no período pré-pandemia.

As pesquisas e especialistas apontam essa relação de escolaridade e empregabilidade. Quanto maior o nível de escolaridade, menor as chances de perder o emprego, ou de ser demitido. Números do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) que medem o nível de desemprego no país, apontam que apesar da taxa de desemprego no Brasil ter começado a crescer de forma preocupante a partir de 2014, quando se analisa a população em geral, o grupo de pessoas com nível superior foi o menos afetado.

Ou seja, os primeiros a perderem seus empregos em uma situação de crise foram as pessoas com formação intermediária. Além disso, segundo dados desse mesmo levantamento, as chances de que um trabalhador com nível superior completo continue empregado é de 95,3%. Entretanto, esse percentual cai para 87,4% quando se analisa os profissionais com ensino fundamental completo e Ensino Médio incompleto.

Maiores salários

Números do IBGE de 2016 fazem essa relação de salário e escolaridade. Os trabalhadores com ensino superior completo tinham rendimento médio mensal de R$ 5.189. Cerca de três vezes mais do que aqueles com somente o ensino médio completo (R$ 1.716), e cerca de seis vezes acima daqueles sem instrução (R$ 884).

“Profissionais com ensino superior, apresentam os melhores salários, são promovidos, estão nos melhores cargos e, por consequência podem escolher as melhores vagas”, afirma a psicóloga e professora Janaina Niero Mazon, que trabalha com recrutamento e seleção a 14 anos.

Segundo ela, o fator experiência, que muitas vezes foi apontado como um diferencial, vem perdendo importância para a preparação. “Chega a ser a último item a ser analisado, pesando muito o fator preparação para a vaga”, aponta. Segundo ela profissionais que buscam cada vez mais o conhecimento como base para seu desenvolvimento é que vem, cada vez mais, tendo diferenciais competitivos em processos de seleção de pessoas.

Pelos números do Centro Universitário Barriga Verde (Unibave) de dezembro de 2020, 80% das pessoas que se formaram em um curso de graduação da instituição estavam empregadas, e ainda 12,3% empreenderam. A pesquisa ainda aponta que 79,5% alterou a situação profissional depois de ingressar em um curso superior. Sendo que 76,7% apresentaram, ou conseguiram ganho salarial depois do início dos estudos. Dos que sentiram ganho salarial, 32,9% dos respondentes da pesquisa disseram que tiveram aumento de salário de mais de 50%.

A pesquisa ainda aponta que entre os ingressantes da instituição de nível superior, 54,7% alterou a posição profissional, e 54% dos entrevistados sentiu aumento da oferta de trabalho.

Menos falta ao trabalho

A psicóloga Janaina ainda aponta que em uma pesquisa realizada em uma de suas consultorias, foi analisado os índices de absenteísmo, ou seja, ausências de funcionários não programada. “O índice alto de absenteísmo estava relacionado ao índice de escolaridade”, afirma. Ela lembra que as condições sociais, também devem ser consideradas e que tem forte impacto sobre este indicador.

Conforme Janaina, é visível que as empresas estão cada vez mais investindo nas pessoas. “O capital intelectual é um diferencial”, aponta. “O trabalho é parte significativa das nossas vidas e de cada um de nós. Por isso, é um fator tão importante para o bem-estar e a satisfação humana. Assim, quando você decide investir na sua carreira, no seu potencial, você consegue alcançar novos patamares dentro da sua carreira profissional”, conclui.



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