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Dia da mulher: Acadêmicas com coragem e paixão nas escolhas

08 de março de 2021 -
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“Ser mulher hoje em dia é ser forte. É enfrentar todo dia uma luta por espaço, por voz, por liberdade”, diz Bruna Salvador

O ditado popular chama a mulher de “sexo frágil”. Erasmo Carlos lançou o álbum Mulher, em 1981, com a canção que classificava esse ditado como “mentira absurda!”. “…Eu que faço parte da rotina de uma delas, Sei que a força está com elas…”. Nesta segunda-feira, dia 8 de março, dia internacional da mulher, o Centro Universitário Barriga Verde – Unibave ressalta a força e a coragem de três acadêmicas, com carreiras e escolhas distintas, mas uma semelhança: a paixão.

Bruna Salvador, de 20 anos, por exemplo, está na 5º fase do curso de psicologia e é paratleta de Triathlon, pela Sociedade Recreativa Mampituba. “Ser mulher hoje em dia é ser forte. É enfrentar todo dia uma luta por espaço, por voz, por liberdade”, diz a moradora de Urussanga. Ela afirma que sente que as pessoas “não dão tanta atenção quando uma mulher fala, do que quando um homem fala em alguns contextos”.

Mariele coloca que ama muito o que faz

Um exemplo de coragem é Mariele De Bona, que também tem 20 anos e está na 5º fase de Sistemas de Informação, uma profissão que poucas garotas escolhem. “Já entrei com a visão de que seria muito desafiador. Portanto precisaria estar preparada para tudo”, relata. A moradora da Cocal do Sul, já atua na área desde a 2º fase. “No mercado de trabalho, infelizmente, ainda existem algumas empresas que tem como requisitos ser homem. Há certo grau de discriminação. Muitos não quererem falar comigo ou meio que não dão credibilidade”, revela a acadêmica. Apesar das dificuldades, Mariele coloca que ama muito o que faz. “Ao invés de desanimar isso me motiva a me especializar mais e buscar cada vez mais conhecimento na área”.

 

A moradora de Orleans, Letícia Menegasso Mason, confessa que assistia programas de Tv sobre reformas de carros, junto com o irmão

Se a Tecnologia da Informação já uma área pouco escolhida e explorada pelo universo feminino, o que dizer de engenheira Mecânica? Pois esse é o curso escolhido pela Letícia Menegasso Mason, de 18 anos. Ela é a única mulher da turma e a escolha pelo curso veio das brincadeiras de infância. “Eu sempre tive interesse por carros. Até tenho uma mini coleção”, comentou rindo. Ela ainda conta que assistia programas de Tv sobre reformas de carros antigos, junto com o irmão. “Acho os carros a coisa mais linda”, expressa ela, dizendo que gostaria de fazer o que eles estavam fazendo ali no programa de Tv.

O impulso para fazer o curso veio durante o nono ano de um professor de química e física. “Essa escolha teve influência muito grande do meu professor. Foi o primeiro ano que eu tive essas matérias e ele explicou de uma forma que fez eu me apaixonar. Principalmente por física”, explica.

Ações via redes sociais

Para marcar o dia Internacional da Mulher, o Unibave realiza uma ação de visibilidade, com personagens reais por meio das redes sociais da instituição. Mulheres da comunidade e vídeos com as colaboradoras em alusão ao dia da mulher fazem parte da estratégia digital de visibilidade. “Estamos destacando nestes posts a maneira delas de pensar sobre a data. E ainda pequenos vídeos com colaboradas, onde elas possam expressar que é ser mulher nos dias atuais”, garante o coordenador de Comunicação e Marketing do Unibave, Marcos Dalmoro, que convida a acompanhar as postagens no @unibave do Facebook e Instagran.

Incentivo

A estudante de Sistemas de Informações revela que apesar de boa parte dos acadêmicos serem homens, o Unibave incentivar a presença feminina na área. “Eu fui muito bem recebida (no Unibave). Nós temos um projeto que se chama mulher em códigos, que busca desenvolver projetos e buscar cada vez mais meninas”, revela.